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Sou.
E sou porque assim me criaram.

Coletivamente.

Trago em mim um pouco daquilo que cada um dos 29 colaboradores da empresa que represento tem como visão, sentimento, criação.

Cabeça de chuveiro? Não, cabeça aberta, cabelo metálico.

Sou.

Trago em minha espinha ereta o cobre, produto fundamental. Líder de vendas, dá sustentação ao organismo vivo que é nossa empresa.

Dos pulmões que me deram nosso departamento financeiro, o ar para dar fôlego à percepção da diretoria.

Meu coração de bóia, traz em si o amor pelo que fazem. Lembra nossa origem, o coração de nosso fundador, o coração de todos os que quase 120 anos depois mantêm a empresa adiante.

Veias pulsantes, átrios, ventrículos… Ganhei-os dos colaboradores dos departamentos de vendas de atacado e também do varejo. Compras também.

Estruturas que buscam, atendem e fazem circular o vital de nossa empresa.

Pernas, braços e suor de nossos colaboradores do estoque, da logística, nossos carregadores, motoristas, auxiliares, os membros sempre ativos de nossa empresa, que garantem a mobilidade, entregam sua dedicação.

Sou. Sem nome, pois se nome tivesse, seriam tantos…

Tantos quanto todos os que me fizeram.

Tantos quanto todos os que fazem a Casa da Bóia.

Prazer em conhecê-lo.


Convidada a participar de uma feira de negócios baseada nos princípios da Metanoia, feira esta na qual, deveria levar uma obra de arte que representasse a empresa, o diretor Mário Rizkallah, baseado no manifesto da nova economia, de Roberto Tranjan, escolheu a “criação coletiva” para representar a empresa.

Diz o manifesto:

O exercício de criatividade começou com o desafio à equipe, interagir com os materiais vendidos e utilizados na empresa.

Para quem não sabe, a Casa da Bóia é uma das mais tradicionais revendedoras de cobre, latão, bronze, alumínio, hidráulica, e metais não ferrosos.

Criatividade foi o tema e cada um recebeu uma missão: deveria conseguir, na empresa, um determinado material que outros usariam para a construção da obra.

E todos os materiais usados deveriam obrigatoriamente, ser reciclados, sobras, retalhos, ou seja, tudo reaproveitado, com criatividade.

E assim foi feito, cada colaborador cumpriu sua missão e nossa escultura, como ela mesma se apresenta, traz, em si, um pouco da visão, da habilidade, da criatividade, da emoção e da experiência de cada colaborador da Casa da Bóia.

Veja algumas das etapas da criação coletiva da obra

Veja as fotos da Feira de Negócios, onde a obra foi exibida: